• 1 de abril de 2019

    Inscrições para ST de “Política Externa Comparada” – ANPOCS 2019

    43º Encontro Anual edit
    Estão abertas as inscrições de artigo ou pôster para o ST “Política Externa Comparada”.  Este ST tem por objetivo reunir pesquisadores e estudantes de pós-graduação cujos trabalhos analisem conceitos e métodos de política externa comparada, buscando principalmente renovar o campo com abordagens mais atuais que priorizem métodos qualitativos comparados de pesquisa.  
    Os coordenadores deste ST serão Carlos R. S. Milani (IESP-UERJ), coordenador do Labmundo, e Feliciano de Sá Guimarães (USP). Informações detalhadas nos links abaixo:

    EDITAL DA ANPOCS – 2019
    Apresentacao_ST_Política Externa Comparada

  • 23 de março de 2019

    Lançamento de Livro| Solidariedade e Interesse: Motivações e Estratégias na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento

    O livro ” Solidariedade e Interesse: Motivações e Estratégias na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento”, de autoria de Carlos Milani será lançado, seguido de um debate, em São Paulo, no IRI-USP. O livro apresenta os resultados de mais de uma década de pesquisas sobre como os Estados utilizam a cooperação como ferramenta de suas respectivas políticas externas. O evento ocorrerá na quinta-feira (11/04), das 10:00 ao 12:00.  O IRI-USP fica localizado na Cidade Universitária – Professor Lúcio Martins Rodrigues Avenue, S / N – lanes 4 and 5 – Butantã, São Paulo.
    Solidariedade e Interesse: Motivações e Estratégias na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
  • 2 de fevereiro de 2019

    Coordenador do Labmundo participa de palestra em Sciences Po Strasbourg

    Carlos Milani, professor convidado em Sciences Po Strasbourg e na MISHA (Maison Interuniversitaire des Sciences de l’Homme – Alsace) em janeiro de 2019, fez uma palestra sobre o tema “Crise política no Brasil – consequências para as relaçōes Sul-Sul <http://www.iep-strasbourg.fr/agenda/conferences/conference/article/crise-politique-au-bresil-quelles-consequences-pour-les-relations-sud-sud/>  – Quarta-feira, 30 de janeiro de 2019, 18h – anfiteatro  210.

  • 29 de janeiro de 2019

    LABMUNDO faz nova parceria com o Ateliê de Cartografia de Sciences Po Paris

    A parceria entre as duas instituições teve início em 2009, quando foi celebrado o ano da França no Brasil. A tradução do o Atlas da Mundialização para o português, por uma equipe coordenada pelo professor Carlos R. S. Milani (então na UFBA) pode ser considerada como o marco histórico do início dessa parceria, que cresceu com uma série de seminários e palestras ao longo dos anos. A partir de 2012, já a partir do IESP-UERJ, o diálogo caminhou no sentido da criação do Ateliê de Cartografia do LABMUNDO. Em dezembro de 2014, esse processo de parceria culminou na publicação pelos pesquisadores do LABMUNDO do Atlas da Política Externa Brasileira, por EdUERJ e CLACSO, em três línguas: português, espanhol e inglês. Além disso, a cooperação com Sciences Po Paris tornou possível, a publicação, em 2017, do Atlas da Política Brasileira de Defesa, um trabalho conjunto do LABMUNDO com o Observatório Político Sul-Americano.

    Visando a projetos futuros ainda mais ambiciosos, o LABMUNDO e Sciences Po Paris assinaram novo acordo de cooperação em dezembro de 2018. As imagens produzidas pelo LABMUNDO serão disponibilizadas na Mapoteca virtual de Sciences Po (http://cartotheque.sciences-po.fr/). Com isso, as imagens produzidas pelo LABMUNDO integrarão uma base científica internacional de mapas, gráficos e matrizes, ao lado das imagens feitas pelo Ateliê responsável pelo Atlas de l’Espace Mondial. No âmbito desse acordo, o sistema Khartis (https://www.sciencespo.fr/cartographie/khartis/) também será traduzido para o português.

    Além da tradução e difusão de imagens, esse acordo de cooperação apresenta a oportunidade de aprimoramento dos pesquisadores e abre portas para futuros projetos.

  • 29 de outubro de 2018

    Lançamento do livro “Solidariedade e Interesse: Motivações e estratégias na cooperação internacional para o desenvolvimento”

    O Labmundo convida todos para o lançamento do livro “Solidariedade e Interesse: Motivações e estratégias na cooperação internacional para o desenvolvimento”, de autoria do coordenador do Labmundo, o Prof. Carlos R.S. Milani.

    As informações do lançamento, encontram-se no cartaz:

  • 19 de outubro de 2018

    Pesquisador do Labmundo concede entrevista ao Jornal O POVO

    O pesquisador Murilo Gomes da Costa concedeu entrevista ao jornal O POVO, em que analisar como cada candidato à presidência da República avalia o papel das Forças Armadas e da Defesa Nacional, em seus planos de governo. Leia a reportagem completa neste link.

  • 14 de outubro de 2018

    Pesquisador do Labmundo concede entrevista à Reuters

    O Pesquisador Pablo Saturnino Braga concedeu entrevista à Reuters sobre a crise e as eleições no Brasil. Assista o vídeo neste link.

  • 14 de outubro de 2018

    Pesquisador do Labmundo concede entrevista à e-Global (Portugal)

    O pesquisador do Labmundo, Timóteo Saba M’Bunde, concedeu entrevista ao portal e-Global, de Portugal, sobre as relações do Brasil e África numa possível vitória de Jair Bolsonaro. Leia na íntegra aqui.

    Publicado pelo e-Global.

  • 9 de outubro de 2018

    [Palestra] Moçambique um ano antes de eleições decisivas (2019), com o Prof. Michel Cahen

    O Labmundo convida todos para a palestra “Moçambique um ano antes de eleições decisivas (2019)”, com o professor Michel Cahen, do Instituto de Estudos Políticos de Bordeaux. O evento será realizado no IESP-UERJ (rua da Matriz, 82 – Botafogo), na sala de aulas II.  Horário: 17h30 (entrada livre)
  • 6 de outubro de 2018

    Pesquisador do Labmundo concede entrevista ao Diário de Notícias (Portugal)

    Em entrevista à agência Lusa, o autor da obra “As políticas externas Brasileira e Chinesa para a Guiné-Bissau”, Timóteo M’bunde disse acreditar que a China e o Brasil “têm os seus interesses no continente (africano) e na Guiné-Bissau e procuram legitimar o seu engajamento com a Guiné-Bissau a partir desse discurso de solidariedade e irmandade”. Confira a entrevista abaixo:

    “O investigador considerou ainda que “tanto o Brasil como a China lançam mão desse discurso terceiro-mundista, que vem desde a Conferência de Bandung, justamente para se poderem projetar no plano internacional, particularmente no continente africano”.

    “Isso gera uma certa tranquilidade por parte das lideranças politicas, (…) que tentam dissipar desconfianças sobre qualquer tendência de exploração neocolonial dessas potências emergentes (Brasil e China)”, disse.

    Na sua obra lançada este ano, o autor guineense traça um panorama da história política da Guiné-Bissau, desde a sua independência, em 1974, até 2014, comentando os modelos políticos, laços histórico-culturais e os interesses brasileiros e chineses no seu país de origem, ao nível da política externa.

    O investigador admitiu que a Guiné-Bissau é um país com grande dependência de relações externas, mas afirmou que é necessário mais do que isso para que o país africano evolua a vários níveis.

    “A Guiné-Bissau, assim como boa parte dos países da África subsaariana, é um país dependente de recursos de cooperação. No entanto, eu acredito que essa dependência não traduz a ideia de que a cooperação internacional (…) seja capaz de gerar desenvolvimento neste país africano”.

    O investigador acrescentou ainda que esse desenvolvimento só se consegue através da junção de forças entre os agentes externos e internos, afirmando que a Guiné-Bissau efetivamente depende das potências chinesa e brasileira mas duvida de um desenvolvimento efetivo resultante apenas dessa ajuda externa.

    No âmbito do programa “Cooperação Sul-Sul” – um programa de articulação política e de intercâmbio económico, científico, tecnológico e cultural entre países em desenvolvimento, maioritariamente, do hemisfério Sul- o Brasil e a China são os principais parceiros da Guiné-Bissau e, segundo o autor guineense, são estes os dois países que têm tido um papel mais ativo no desenvolvimento deste país africano.

    Quanto aos campos de atuação de política externa e cooperação para a Guiné-Bissau, o Brasil tem elegido “a educação e a formação técnica”, enquanto a China tem apostado em “infraestruturas e exploração de recursos naturais”, disse Timóteo Saba M´bunde.

    O jovem guineense disse ainda à agência Lusa acreditar que a Guiné-Bissau, “consolidando a estabilidade política governativa, poderá ter uma melhor inserção internacional e, consequentemente, tirar dividendos económicos do seu engajamento com a China e o Brasil”.

    A entrevista foi originalmente publicada no Diário de Notícias.

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