• 19 de outubro de 2018

    Pesquisador do Labmundo concede entrevista ao Jornal O POVO

    O pesquisador Murilo Gomes da Costa concedeu entrevista ao jornal O POVO, em que analisar como cada candidato à presidência da República avalia o papel das Forças Armadas e da Defesa Nacional, em seus planos de governo. Leia a reportagem completa neste link.

  • 14 de outubro de 2018

    Pesquisador do Labmundo concede entrevista à Reuters

    O Pesquisador Pablo Saturnino Braga concedeu entrevista à Reuters sobre a crise e as eleições no Brasil. Assista o vídeo neste link.

  • 14 de outubro de 2018

    Pesquisador do Labmundo concede entrevista à e-Global (Portugal)

    O pesquisador do Labmundo, Timóteo Saba M’Bunde, concedeu entrevista ao portal e-Global, de Portugal, sobre as relações do Brasil e África numa possível vitória de Jair Bolsonaro. Leia na íntegra aqui.

    Publicado pelo e-Global.

  • 9 de outubro de 2018

    [Palestra] Moçambique um ano antes de eleições decisivas (2019), com o Prof. Michel Cahen

    O Labmundo convida todos para a palestra “Moçambique um ano antes de eleições decisivas (2019)”, com o professor Michel Cahen, do Instituto de Estudos Políticos de Bordeaux. O evento será realizado no IESP-UERJ (rua da Matriz, 82 – Botafogo), na sala de aulas II.  Horário: 17h30 (entrada livre)
  • 6 de outubro de 2018

    Pesquisador do Labmundo concede entrevista ao Diário de Notícias (Portugal)

    Em entrevista à agência Lusa, o autor da obra “As políticas externas Brasileira e Chinesa para a Guiné-Bissau”, Timóteo M’bunde disse acreditar que a China e o Brasil “têm os seus interesses no continente (africano) e na Guiné-Bissau e procuram legitimar o seu engajamento com a Guiné-Bissau a partir desse discurso de solidariedade e irmandade”. Confira a entrevista abaixo:

    “O investigador considerou ainda que “tanto o Brasil como a China lançam mão desse discurso terceiro-mundista, que vem desde a Conferência de Bandung, justamente para se poderem projetar no plano internacional, particularmente no continente africano”.

    “Isso gera uma certa tranquilidade por parte das lideranças politicas, (…) que tentam dissipar desconfianças sobre qualquer tendência de exploração neocolonial dessas potências emergentes (Brasil e China)”, disse.

    Na sua obra lançada este ano, o autor guineense traça um panorama da história política da Guiné-Bissau, desde a sua independência, em 1974, até 2014, comentando os modelos políticos, laços histórico-culturais e os interesses brasileiros e chineses no seu país de origem, ao nível da política externa.

    O investigador admitiu que a Guiné-Bissau é um país com grande dependência de relações externas, mas afirmou que é necessário mais do que isso para que o país africano evolua a vários níveis.

    “A Guiné-Bissau, assim como boa parte dos países da África subsaariana, é um país dependente de recursos de cooperação. No entanto, eu acredito que essa dependência não traduz a ideia de que a cooperação internacional (…) seja capaz de gerar desenvolvimento neste país africano”.

    O investigador acrescentou ainda que esse desenvolvimento só se consegue através da junção de forças entre os agentes externos e internos, afirmando que a Guiné-Bissau efetivamente depende das potências chinesa e brasileira mas duvida de um desenvolvimento efetivo resultante apenas dessa ajuda externa.

    No âmbito do programa “Cooperação Sul-Sul” – um programa de articulação política e de intercâmbio económico, científico, tecnológico e cultural entre países em desenvolvimento, maioritariamente, do hemisfério Sul- o Brasil e a China são os principais parceiros da Guiné-Bissau e, segundo o autor guineense, são estes os dois países que têm tido um papel mais ativo no desenvolvimento deste país africano.

    Quanto aos campos de atuação de política externa e cooperação para a Guiné-Bissau, o Brasil tem elegido “a educação e a formação técnica”, enquanto a China tem apostado em “infraestruturas e exploração de recursos naturais”, disse Timóteo Saba M´bunde.

    O jovem guineense disse ainda à agência Lusa acreditar que a Guiné-Bissau, “consolidando a estabilidade política governativa, poderá ter uma melhor inserção internacional e, consequentemente, tirar dividendos económicos do seu engajamento com a China e o Brasil”.

    A entrevista foi originalmente publicada no Diário de Notícias.

  • 6 de outubro de 2018

    Coordenador do Labmundo concede entrevista ao Diário de Notícias em Lisboa


    O coordenador do Labmundo, Carlos Milani, concedeu entrevista ao Diário de Notícias, em Lisboa, em que fala o impacto das eleições brasileiras na política externa. A entrevista completa pode ser lida aqui.

  • 26 de setembro de 2018

    Pesquisador do Labmundo publica artigo na Revista Mural Internacional

    O pesquisador do Labmundo, Tiago Nery, publicou o artigo “A política externa brasileira, as coalizões de poder e a Unasul: ascensão e desconstrução da América do Sul como bloco geopolítico” no v. 8, n. 2 (2017) da Revista Mural Internacional.
    O artigo possui como resumo: “O ciclo de governos progressistas no Brasil, que começou com a eleição de Lula em 2002 e terminou com a derrubada de Dilma Rousseff em 2016, foi responsável por uma política externa autônoma que procurou reposicionar o país e a América do Sul no sistema internacional. Os governos do Partido dos Trabalhadores (PT) lideraram uma coalizão produtivista heterogênea formada por frações da burguesia industrial e setores das classes trabalhadoras. Lula teve um papel importante na criação da Unasul, que constitui a dimensão política do regionalismo sul-americano. A ruptura da ordem democrática levou ao poder uma coalizão conservadora que reunificou as elites empresariais e alterou a orientação da política externa. A coalizão liderada pelo MDB-PSDB tem adotado uma política externa que subordinou o Brasil à potência hegemônica e vem contribuindo para a paralisia e a desconstrução da Unasul enquanto bloco geopolítico”.
    Acesso direto ao artigo, neste link.
  • 26 de setembro de 2018

    Coordenador do Labmundo participa de um Lunch Seminar sobre eleições brasileiras, em Lisboa.

    O  IPRI-NOVA, Instituto Português de Relações Internacionais organizou, no dia 20 de Setembro, um Lunch Seminar sobre as eleições brasileiras e o seu impacto na política externa do país. O evento contou com a presença do professor e coordenador do Labmundo Carlos Milani, da UERJ Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

  • 17 de setembro de 2018

    [EVENTO] EU’S CONTRIBUTION TO THE CONCEPT OF GLOBAL JUSTICE AND THE BRAZILIAN PERSPECTIVE

    No dia 24/09/2018, será realizado, no IESP-UERJ, o Seminário EU’s contribution to the concept of global justice and the Brazilian perspective. O evento será aberto ao público e começa as 9:30h e é uma parceria do IESP-UERJ com o GLOBUS. O endereço do IESP é Rua da Matriz, 82 – Botafogo, Rio de Janeiro.

  • 4 de setembro de 2018

    [Evento] “A crise de 2008, dez anos depois” com Jean-Marc Daniel

    No próximo dia 14/09 ocorrerá o evento “A crise de 2008, dez anos depois”, em parceria com a Embaixada da França no Brasil, como parte do Ciclo de Palestras do IESP-UERJ. O evento contará com presença do professor Jean-Marc Daniel (ESCP – EUROPE Business School), às 09h30, na sala de aula do Iesp-Uerj.

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